O maior erro de quem começa um canal no Youtube

Tem uma galera que já passou da fase de pegar uma câmera, de gravar, de fazer um vídeo, de quebrar essa barreira. Essa galera que tem 15 mil, 5 mil inscritos, o que falta para elas? Além de fazer crescer ainda mais a sua notabilidade, para muitas delas falta a parte do negócio, do dinheiro, da energia que vai fazer com que eles cresçam ainda mais.

O fato deles terem tantos mil seguidores, já se fazerem presentes nas redes sociais e não terem um produto para vender e não terem um fluxo de dinheiro, de lucro, ou seja, um negócio, isso é um erro deles. Por que?

Porque o ideal era que eles começassem já com esse pensamento. Desde do início. A pessoa já pensar nessa brincadeira que a gente está fazendo como um negócio.

A pessoa tem 100 inscritos. O fato dela ter 100 inscritos não quer dizer que ela tenha que esperar chegar a mil, 10 mil, 50 mil inscritos para já começar a brincadeira (brincadeira = vender e ganhar dinheiro).

Então, aquele que está no início, já pode começar a brincar e aquele que já está lá na frente DEVE começar a brincar. De negócio, entendeu? De ganhar dinheiro, que essa é grande brincadeira.

Se não tiver dinheiro na brincadeira, se não tiver dinheiro na jogada, nada disso aqui tem sentido e não tem o porquê a gente fazer isso aqui. Você vai fazer uma vez, duas vezes, por hobby, depois vai desistir porque vai chegar a conta. Vai chegar o boleto.

Vai ter que comprar coisas. Você vai ter que comprar comida. Vai chegar a hora, “Ah, mas eu tenho que almoçar”, e vai ter que almoçar. Vai ter que pagar a conta.

Então, não adianta. Não vem com essa que “Ah, eu quero fazer de brincadeira. Eu quero brincar e não sei o que”. Tá, você pode brincar, mas vai chegar o momento que tu vai desistir. Vai desistir!

Eu brinquei 465 horas no Flight Simulator. Fiquei 465 horas lá até perceber que aquilo virou um trabalho. Todo dia eu tinha que fazer um voo para Portugal. Voo para Portugal era 7 horas. Eu lá dentro do Flight Simulator. Aquilo não me dava dinheiro.

Eu falei: “Cara, então não tem sentido”. Quando eu vi 465 horas, falei: “Meu Deus do Céu, quanto tempo eu perdi? Quantas pessoas poderiam estar recebendo meu conteúdo, meu conhecimento e eu estou aqui plantado na frente desse Flight Simulator. É muito legal, muito divertido, mas eu não tô ganhando nada. Eu tenho contas pra pagar. E aí. E aí?”

Não dá, não dá para ficar no Flight Simulator 465 horas. E antes que eu chegasse a mil horas, eu parei um pouco. Deixa o Júlio crescer um pouquinho mais que ele vira meu copiloto.

Então, é isso. Quer brincar de YouTube? Brinca. Não tem problema nenhum. Quer brincar de Instagram? Pode brincar. De Stories? Pode brincar. Mas se você não ganhar dinheiro, meu amigo ou minha amiga, tu vai desistir, tu vai desaparecer das redes sociais. Em algum dia, você vai ter que comprar comida, você vai ter que pagar conta. Entendeu?

A grande graça é transformar essa brincadeira toda num trabalho, num trabalho remunerado, onde você vai ganhar dinheiro, onde você vai poder chegar e dizer: “Cara, isso aqui agora é um trabalho. Olha aqui que divertidíssimo”.

Eu estou aqui no Estúdios Bruno Ávila, por exemplo, gravando (e escrevendo esse post). Eu estou achando isso aqui super divertido. Porque eu escolhi isso como trabalho. E se não tiver gente me pagando, eu não vou poder fazer nada disso. Entendeu?

Fora a ideia de crescimento. A história do crescimento, do ganho sólido e perene. Eu acho que um ganho sólido e perene, talvez poucas carreiras no Brasil oferecem um rendimento sólido e perene. A carreira militar, talvez.

Mas quando você tem empresa, e mesmo que você seja funcionário, você não sabe se você vai ser demitido daqui a um mês, você não tem um rendimento sólido e perene. Não existe.

Agora, o que existe? É a visão de crescimento. A visão de que: “Pô, se eu ganhei 10 agora, eu vou ganhar 20. Se eu ganhei 20, eu vou ganhar 40. E 40, eu vou ganhar 80”.

Você tem que encarar como um jogo.

“Eu ganhei a primeira fase. Legal! Vamos pra segunda. Ih, perdi na segunda fase. Vamos de novo, vamos de novo, de novo. Ih, caramba, não consegui. Vamos de novo”.

Poxa, quem não jogou Mario Bros? No Mario Bros, chegava lá o Bowser.

E você lá tentava bater nele e não dava certo. E voltava, tentava de novo. E voltava. E é assim, a vida é um jogo. E finalmente, você vai lá e consegue a princesa. Sobe a bandeira e aí vai para outra fase e é isso.

Enjoou do Mario Bros? Vai para outro jogo. Entendeu? É isso! A vida é isso!

Então, a partir do momento que você escolheu essa brincadeira aqui, vamos fazer dessa brincadeira, um grande jogo. Um jogo muito divertido e vamos fazer acontecer! Vamos fazer acontecer!

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Muito obrigado e eu estou esperando você no próximo post.

“Assista o vídeo completo no Youtube”

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