Hack mental para atrair 10x mais inscritos no YouTube

Olá, meu nome é Bruno Ávila e agora vocês vão entender porque existem vlogs, por exemplo, pessoas que filmam a vida delas e fazem sucesso e tem outros que não. Agora você vai entender o porquê disso.

Eu tenho a ideia de que eu preciso ser percebido e notado porque eu tenho uma coisa aqui na cabeça que pode se conectar com outras pessoas, ajudar outras pessoas. Então não vou desperdiçar esse meu tempo com coisas fúteis. Eu vou pegar isso e SERVIR as pessoas. Servir! É isso que você precisa. Você precisa servir as pessoas.

Isso eu aprendi na época em que eu fui garçom. O meu pai teve uma padaria, no Rio de Janeiro, teve uma lanchonete em Fortaleza, então eu servia as pessoas, eu abria cerveja, eu botava cerveja na mesa e abria cerveja para o cara. A pessoa chegava para mim e falava: “Bruno, eu quero 300 gramas de mortadela”. Porque lá no Rio de Janeiro, era uma padaria perto da favela. O pessoal chegava lá, pegava e comprava um ovo. Era um ovo!

Então eu conheci a pobreza de perto. Não fui pobre, mas conheci a pobreza de perto. A pessoa chegava e comprava um ovo todo dia. Chegava e falava: “Bruno, me vê 100 gramas de mortadela aí”. Eu estava lá, na Estrada do Quitungo (teve uma galera que mora lá no Rio de Janeiro me falando: “Bruno, eu passo lá na Estrada do Quitungo”. Hoje a padaria tá toda ferrada que eu já vi no Street View hehehe). Mas eu estava lá, cortando mortadela, cortando muçarela. Estava eu lá servindo as pessoas.

 

Agora eu te pergunto. Você acha que eu servia essas pessoas como? Triste? Não. Eu servia sorrindo. As pessoas na padaria e na lanchonete adoravam o filho do Seu João Mesquita. Porque eu servia sorrindo.

Porque quando a pessoa me pedia uma muçarela, uma mortadela para eu cortar, “Ah, me vê 5 pãozinhos e tal”, eu me sentia útil. Você se sente útil quando você serve. Quando você é um garçom, você se sente útil. Porque a pessoa está precisando de você. Ela precisa de uma mesa limpa, ela precisa de um copo, ela precisa daquela comida chegando naquele momento ali, ela está com fome, o filho dela está com fome. Então, você se sente útil naquele momento.

Até hoje eu trago isso comigo. Eu estou o tempo todo servindo. As pessoas não querem saber seu nome, as pessoas não querem saber da sua vida, não sabem quem é você, se você é casado, se você não é, se você tem filho ou não tem, se você tem problema. Elas não querem saber disso.

Quando você não vai a um restaurante, você quer ver todo mundo sorrindo, não é verdade? Todo mundo tem que estar sorrindo para você. Você não sabe da vida daquele cara, você não sabe da vida daquela balconista. E se ela fecha a cara para você, você fica com raiva. Fala que foi mal atendido, não é isso?

Então, quando eu digo que as pessoas são egoístas, as pessoas querem saber do bem-estar delas mesmas. Quando eu falo “as pessoas”, eu incluo eu e você, todos nós. Todos nós pensamos em nós mesmos. Não tem jeito.

Basta isso, você vai para qualquer lugar e você quer ser bem atendido. Você quer saber do seu bem-estar. Você não está nem aí se morreu a mãe do cara, se morreu a mãe da mulher, que a mulher está se separando do marido, você não quer saber disso. Você quer saber de ser bem atendido. E a pessoa tem que estar sorrindo.

Aí, sabe o que eu faço? Tem gente que fica com raiva. Fica assim:

“Ah, Bruno, é ‘mermo’, né, Bruno? Coisa absurda, né, Bruno?”

“As pessoas são egoístas. Esse mundo… As pessoas são egoístas.”

Sabe o que faço, cara? Eu tiro proveito disso. As pessoas são egoístas. E o que eu vou fazer? Eu vou servi-las. Tô nem aí para ego, para vaidade… Eu estou aqui para servir.

Eu entendo perfeitamente se você não quer saber da minha vida, se não quer saber se eu estou ferrado ou não, se a minha mãe morreu ou não. Você não quer saber disso e está tudo bem. Eu vou te servir. É melhor assim.

Eu estou fazendo aquilo que eu gosto de ver das outras pessoas. Eu chego numa lanchonete, num restaurante, eu fico feliz quando vejo outras pessoas sorrindo. Sorrir é uma caridade, não é verdade?

Então, nesse momento, você não está nem aí se eu estou ferrado, se eu estou todo doente. Quantas vezes eu fiz Live doente? E eu vou reclamar? “Ah, tô aqui doente…”, não! Eu vou entregar aquilo que você quer que eu entregue. E tá tudo beleza, tá tudo bem. Quando você pensa dessa forma, muda a forma de você fazer conteúdo, muda a forma de você tratar o seu projeto, de pensar um curso seu. Quando eu vou fazer um curso, eu penso toda hora no aluno.

Eu fico: “Cara, isso, o aluno não vai gostar disso aqui”.

“Cara, isso aqui tá demorado.”

“Eu tô sendo prolixo demais.”

“Não, eu vou fazer uma edição bacana pro cara ficar assistindo do início ao fim.”

As minhas Lives você percebe os pequenos detalhes de padrão. A identidade, a vinheta, a brincadeira que eu faço no final. Tudo isso é pensando em você. Porque eu quero que você se divirta.

Quando você vê uma pessoa que faz um vlog e você pensa: “Ah, eu vou mostrar a minha vida.”,  a sua vida tem que divertir as pessoas.

Quando o Whindersson liga uma câmera e ele mostra ele num quarto de hotel, falando… E ele fala da vida dele. “Ah, quando eu era criança…”, ele fala pra gente rir. Ele começa a dançar que nem um doido e sobe na cama pra gente dar risada. Você não está nem aí se ele brigou com a mulher dele. Se a mãe dele está mal, se o pai dele está mal. Se ele está com dor de cabeça, você não está nem aí. E se ele não botar o vídeo, a pessoa que é fã, fica: “Cadê? Cadê o vídeo? Cadê o vídeo?”

Ele está ali para servir. Ele tem um vídeo muito bacana onde ele fala que também já foi garçom. Eu até mostrei para os meus alunos do SER NOTÁVEL. E ele fala exatamente isso que eu estou dizendo. O servir. Ele tem essa noção. O segundo maior youtuber do Brasil. Ele tem 20 e tantos milhões de seguidores. Porque ele tem esse pensamento muito claro da servidão.

A partir do momento que ele pensa: “Eu vou servir o outro”, não interessa. Não interessa o resto. O que interessa é você.

Você só está aqui, meu amigo (ou minha amiga), porque eu disse a você que tem alguma coisa aqui que vai lhe ajudar, vai ajudar o seu projeto. Vai ajudar a sua causa, aquilo que você quer, vai fazer você ganhar dinheiro.

Você não está aqui porque eu estou sorrindo.

Você não está aqui porque eu sou um cara legal.

Você não está aqui porque quer o bem de mim. Pode ser que os meus fãs sim. Tudo bem!

Mas a galera que entrou aqui por conta de anúncio, porque um outro indicou, essa galera está aqui porque ela quer o bem estar dela. Que legal, cara! Porque eu vou proporcionar esse bem estar para você de alguma maneira!

“Assista o vídeo completo no Youtube”

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